Domingo proporcionou revelações e exigiu mudanças dos jovens da UMADEMP

Após cinco plenárias promovidas sob elevada temperatura espiritual e operações do Espírito Santo em meio à massa juvenil, o coletivo de congressistas chegou ao domingo com ares de saudades de tudo quanto fez o Senhor em meio aos seus, quer durante os louvores e principalmente no decorrer de poderosas mensagens ministradas. Domingo ocorreram três cultos: manhã, tarde e à noite.

Na manhã, muitas adorações se renderam a Cristo. Novamente o coral fez toda a diferença, agregando jovens de diversas regionais. Aliás, a união foi outro ponto maravilhoso do evento, vez que a integração de regionais na busca de propósito único facilitou transpor eventuais barreiras decorrentes do desconhecido. Louvaram alegremente e tiveram ainda a companhia da dupla “Alisson e Neide” e Esdras Lima.

Pastor Angelo GalvãoMinistrou a palavra santa o pastor Angelo Galvão, que alou acerca do trabalhar divino, humilhando o exaltado e exaltando os que humildemente se aproximam de Deus e clamam por sua misericórdia.

“Quando Deus ele coloca, não há o que fazer tampouco alguém consegue impedir o verdadeiro agir dele. O Senhor nos exalta a seu tempo e da forma que ele mesmo decide fazer. A palavra que é proferida pela boca do Senhor tem o condão de levantar o caído, restaura ppor completo, quebra grilhões e derruba muralhas”, sustentou, sob inspiração divina.

Ao completar sua oportuna mensagem, , ainda encontrou tempo para enfatizar que “a nossa base e estrutura advém da palavra de Deus – essa palavra é que faz diferença em nossas vidas, de forma que nada pode nos abalar”, recomendou.

Tarde de pré-encerramento

Último dia do congresso da UMADEMP Brasil, o domingo foi um dia interessante, vez que se de um lado representava a consolidação de um evento tão representativo como é, por outro deixava evidente a tristeza pelo término de uma das maiores ocorrências em termos de conclaves que a AD Perus promove ao longo dos anos.

O coral foi o grande referencial nos sagrados momentos de adorações ao longo dos dias. E junto dele, cooperaram adoradores dos mais diversos locais, congregando com a mocidade e louvando ao Pai com imensa alegria. Como fizeram na tarde dominical a banda “Bálsamo de Gileade”, Elaine Mello, Júlio Lima, “Os Medeiros”, Lucas Agostinho e outros tantos que mesmo sem a mesma luz midiática, ocuparam o púlpito e remeteram ao trono da graça o tributo que apresentaram como sacrifício.


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Ainda na seara do louvor e adoração, méritos a juventude que fizeram desses expedientes uma oportunidade ímpar para glorificar com alegria o Redentor, reafirmando em sua adoração o incessante clamor por renovo espiritual que veio. Sonhos se realizaram, questionamentos foram prontamente respondidos pelo poder da oração, e conforme compartilharam os componentes da dupla Os Medeiros, “deserto não mata crente; ele ensina como e onde aprender a descer na presença do Todo Poderoso”.

Limpeza espiritual interna

Pastor Otoniel GomesO preletor da tarde foi um dos grandes expoentes da palavra, o pastor Otoniel Gomes, que enfatizou acerca da adaptação enquanto servos do Senhor junto aos locais em que estamos e vivemos. “Tem muitos vivendo no Egito. Saiba que a cultura desse local pode tocar no estereótipo, contudo, menos na essência de adoração que você te”, iniciou. 

Mencionou que quando Jesus entrou em um templo, e é necessário que aqui se trata de nosso estabelecimento interno, isto é, nossas vidas, corações. “A ‘barraca’ representa realmente o que se encontra dentro de nós, nossas reservas sobre as prateleiras, mexe com o nosso estoque. Como estariam esses compartimentos? Digo-vos que hoje o Senhor está decretando o fechamento desse tipo de ‘barraca’ e atuando para que o único consumo que você realmente faça é a graça emanada pelo Espírito Santo”.

Falando acerca de limpeza, certificou a todos que a presença de cada jovem no culto da tarde dominical decorreu da necessidade de se fazer uma faxina espiritual em vidas que precisavam disso. “Deus te trouxe aqui para que se submeta a um processo de limpeza, afinal, como pode um ser se proclamar templo do Espírito Santo e não aceitar ser doutrinado?”, indagou.

Com graça e autoridade, o pastor combateu o que chamou de “evangelho de vitórias, facilidades”,  orientando que o evangelho genuíno ensina-nos a submissão, ao sofrimento em seu aprendizado. “Se você não orar, invariavelmente pecará pois o pecado faz com que você deixe de orar. Pessoas estão enfermas, espiritualmente. O número de soldados feridos é grande, muita gente cega, surda e muda espiritualmente, porém, hoje Deus está decretando curas a essas enfermidades”, disparou.

Finalizou alertando ser o momento de arrependimento, busca e invocação ao nome santo do Senhor. “Façamos isso enquanto temos possibilidades em acha-lo. Tudo quanto vocês ouviram, viram, constataram e participaram aqui que seja colocado em prática lá fora. Em meio ao que o Senhor pede-nos, que dediquemos a Ele o culto sincero de volta. O tempo indica a necessidade premente de voltarmos às primeiras obras”, encerrou. 

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Célio Campos
Célio Campos
Jornalista, historiador, editor de Conteúdo do jornal O Arado e mestrando em Comunicação.
EBFO 2020