Congressistas iniciaram o domingo mediante louvores e reflexões em como servir melhor

DA REDAÇÃO – Domingo iniciou-se sob garoa e para muitos frio. Enquanto os paulistanos adequavam-se às mudanças bruscas de temperatura assinaladas na véspera, o conjunto do CIBEMP representando o Nordeste não teve o menor problema com isso. O motivo? Simplesmente incendiou o culto ao adorar ao Senhor com força e inspiração, patrocinando a plenitude celestial revelada perante a grande massa humana que superlotou novamente a Catedral.

Ao lado das demais diretoras, a missionária Lígia Cristina Marins Cardoso (presidente) se encarregou de dirigir o trabalho, revezando-se com a vice-presidente, a missionária Valdecir Souza Salomão. Novamente Deus cooperou com as irmãs que fizeram excelente trabalho perante às demandas do culto.

Regionais escaladas se encarregaram de adorar ao Senhor com imensa alegria. Jardim Damasceno, Piracaia/SP, Bragança Paulista/SP e Maracaí/SP, além do vocal unido representando o Nordeste foram vozes ungidas a fazer ecoar os trinos louvores remetidos ao trono de poder e glória. A cantora Fernanda Kadosh voltou a apresentar-se na qualidade de convidada especial da manhã. Foi novamente instrumento afinado nas mãos do Senhor.

Antes da oradora, a missionária Jacira Mascarenhas (Catedral), pregar uma mensagem de poder, impacto e recheada de palavras de ânimo e correções de rotas para que a vida eterna seja alcançada por todos, a prática de manutenção da “Sala de Oração” funcionou a todo vapor. Guiadas por uma membro da diretoria do Congresso de Irmãs Beneficentes Evangélicas do Ministério de Perus (CIBEMP), 20 irmãs dedicavam dez minutos para suplicar. Isso prevaleceu durante todo o período de culto.

Conceitos doutrinários foram recordados

Em aparte, o pastor presidente nacional, doutor Elias Cardoso, fez uso da palavra.

“Interessante essa relação, né? Irmãs orando lá em cima e Deus operando aqui embaixo. Não tem demônio que possa resistir a esse tipo de comportamento do povo que serve a Jesus e faz toda a diferença”, se rendeu o presidente.

Na pauta, recordou várias práticas que já tinham sido compartilhadas durante a Convenção. “Casamento necessariamente a benção tem de ser ministrada na igreja e jamais em chácaras. Só casa em chácaras quem está quebrado e não autorizamos quaisquer obreiros a impetrar bençãos  em chácaras. O lugar da benção é no templo”, decretou.

Outro ponto que o pastor alertou focou práticas que depõem contra os bons costumes da doutrina cristã. “Agora estão dançando zumba, e falam que é para emagrecer. Em nome de Jesus, isso é uma dança diabólica que aos poucos vai tentando adentrar á igreja, maculando as vestes do povo que realmente serve a Deus. Fuajm disso. Sejamos crentes, mantendo firmes a promessa feita pelo Senhor a cada um de nós. A igreja não aceita isso”, disse, claramente.

Encerrou combatendo práticas que comprometem o testemunho, decorrentes do uso de roupas indecentes, maquiagens  e esmaltes extravagantes. “Santidade sempre”, ordenou.

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Célio Campos
Célio Campos
Jornalista, historiador, editor de Conteúdo do jornal O Arado e mestrando em Comunicação.
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