Sábado: mensagens contextualizadas complementaram temas revelados à luz da palavra santa

DA REDAÇÃO – O “fechamento” do maravilhoso dia foi algo que se estivesse combinado, não daria tão certo em termos de complemento em relação às mensagens permitidas pelo Eterno aos que se colocaram na brecha, instrumentalizados que foram a partir das santas ministrações proferidas à igreja reunida. Cultos ocorreram no templo-sede e na Catedral. Até em termos de superlotação houve igualdade, com gente se obrigando a cultuar do lado externo de cada ambiente. Preside o CIBEMP a missionária Lígia Cristina Marins Cardoso.

Enquanto a Catedral recebeu dez regionais, o templo-sede se completou com quatro grandes representações. Louvores dos mais inspirados brotaram nos lábios das componentes dos conjuntos regionais. Como convidadas especiais, atuaram as cantoras Fernanda Kadosh e Regiane Barros. Em ambos os ambientes, o conjunto integrado do CIBEMP teve vez e voz. Uma maravilha que abrilhantou novamente a festa que neste ano celebra o 20º aniversário desde a fundação do Congresso de Irmãs Beneficentes Evangélicas do Ministério de Perus.

A diretoria nacional se dividiu, sendo parte deslocada para cada um dos plenários, atuando no comando dos cultos que foram cheios da plenitude da graça desde o canto do primeiro hino. Na Catedral atuou a orquestra jovem (Franco da Rocha/SP) e no templo-sede tocaram os músicos da orquestra “Baruque” (vila dos Remédios, São Paulo/SP).

Apoio do corpo eclesiástico foi marcante

Em meio às celebrações que ocuparam a liturgia dos cultos na noite do sábado, merece considerações o comparecimento maciço dos obreiros que atuam em regionais, setores, congregações e pontos de pregações, espalhados pela cidade, Estados, Brasil e parte de países que se fizeram notar em meio ao 20º CIBEMP. A liderança observou esse detalhe, de forma que rendeu congratulações pela deferência manifesta.

Os assentos estabelecidos estrategicamente na primeira fila de cada um dos púlpitos foi destinado às membros do congresso nacional de irmãs. Em dadas oportunidades, até mesmo a segunda fileira de cadeiras ficou à disposição do ministério feminino, restando as demais acomodações aos pastores e ministros que se mantiveram na retaguarda, apoiando o trabalho, cooperando e glorificando o nome santo do Senhor pelas bençãos que os alcançaram na qualidade de espectadores.

Inspiradas, mensagens completaram-se

Longe de quaisquer combinações, apenas o tema que referendou o evento foi o ‘comum’ a ambas as preletoras da noite. Desde a abertura da festa, o congresso feminino vem se processando sob o tema “Mulheres revestindo-se da graça” (Ef 4: 12 – 13). Depois disso, o Senhor inspirou mensagens que acabaram por completar-se, tratando com milhares de mulheres cujos corações se apresentaram rasgados aos pés de Cristo.

No templo-sede, a missionária Andréia de Oliveira (Mauá/SP), pregou sob um sub-tema denominado “Revestindo-se da graça para alcançar maturidade cristã”. Na Catedral, a missionária Cristiane Cunha (Rio Verde/GO) não se prendeu a sub-tema, servindo-se da referência oficial. Foram usadas de forma inesquecível cada qual perante o propósito santo.

Cristiane falou com ousadia e autoridade. Combateu o egocentrismo, a arrogância, fofocas, o querer ser melhor e apresentou Jesus como o único assunto dos que verdadeiramente tendem a alcançar o céu. “Não podemos querer mimos, alimento leve o tempo todo. Precisamos crescer na graça, no conhecimento, encarar os desafios espirituais, combater o bom combate, deixar de ver coisas onde elas simplesmente não existem. Cresça o Senhor cada vez mais e que entendamos o mistério da necessidade de diminuirmos para alcançar a vitória”, bradou.

No templo, a missionária Andreia não ficou atrás. “A ordem é pra marchar. Na obra, irmãos, temos um chamado único e é preciso compartilhar, ajudar, celebrar com os outros. Isso é tarefa necessária que nos leva à maturidade. Igreja não é lugar de rivalidade mas de comunhão, de trabalharmos para o crescimento da obra divina. Quem é munido da graça recebe presente de Deus, trabalha incessantemente para o crescimento e jamais se associa com divisões, justamente por ser detentor da macro visão do reino que nos espera”, ensinou.

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Célio Campos
Célio Campos
Jornalista, historiador, editor de Conteúdo do jornal O Arado e mestrando em Comunicação.
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