A ação que vale a pena: Benigno

O amor é…,benigno 1Co.13:4b

Ser prestativo no tratamento com os outros é a definição mais clara do que e é ser benigno.

Quando se é prestativo, de ânimo pronto, sem desejar algo em troca, sem olhar a quem, sem alimentar reservas, sem passar de largo (atravessar a rua), como um levita ou sacerdote, nos associamos muito como um benigno samaritano.

O amor que vale a pena, traz consigo o ser bom para o que se presta. Prestar com benignidade, é um fruto gerado pelo Espírito em nosso caráter. O caráter transformado pelo amor do Espírito em uma vida, é capaz de dar um tratamento inesquecível para quem recebe.

Quando leio que o amor é “benigno”, olho para mim com pesar, pois em muitas situações não tratei alguém como as Escrituras me indica para se tratar. Será que você ao ler isto pode dizer o mesmo? A imensidão deste pensamento, me leva a lembrar o Salmo 103, onde descreve que Deus “não nos tratou segundo os nossos pecados”, isso quer dizer que, tratamos menos as pessoas como deveríamos, ao contrário que queremos um tratamento de Deus como desejamos. Mas, Deus tem a sua balança fiel e não enganosa, chamada “amor”, onde pesa, a medida de nossos tratamentos, e dá-nos mesma medida que tratamos. Que duro pensar assim, mas é o ensino da  Palavra.

O amor que presta, é o amor que é útil; tanto ao rico, quanto ao pobre, ou ao negro, ou ao branco, ou ao índio, ou ao judeu, ou igreja, ainda que um dia não se receba com a intensidade com que você se prestou a amar. Sobre isto, escreveu Paulo em 2Co.12:15 “Eu de muita boa vontade, me gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que amando-vos cada vez mais, seja menos amado”.

Precisamos entender que existirmos para um amor que se presta em excelência, pois isto, é a excelência do amor. Ser benigno não só para com os bons. Ser benigno não só para com os que te podem “promover”, ser benigno não só enquanto alguém lhe é útil.

A benignidade de Cristo foi apontada por Paulo em 2Co.10:1.

A benignidade é destacada como uma das três riquezas Rm.2:4

A benignidade é demonstrada como fruto na vida do salvo. Gl.5:22

A benignidade são os braços estendidos do Autor.

A benignidade são os passos que levam o bálsamo para a dor.

A benignidade é a boca que abençoa com amor.

A benignidade é o amor de Deus com seu calor.

A benignidade é a ação amorosa que faz valer a pena.

O amor é…benigno.

Até a próxima meditação.

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Fernando Cardoso
Fernando Cardoso
Serve na Deus na AD Perus Catedral. Casado, pai de dois filhos.
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