Posses de diretorias, consagrações e reconhecimentos ministeriais assinalaram o término da EBFO/Convenção 2018

DA REDAÇÃO – O pastor doutor Elias Cardoso foi quem se responsabilizou em ministrar palavras aos consagrandos na tarde de segunda-feira, 12, quando foi encerrada a Escola Bíblica Fraternal de Obreiros (EBFO) e Convenção Nacional da Assembléia de Deus do Ministério de Perus (CONADEMP). No total, foram incorporados ao quadro de obreiros mais 1135 integrantes.

Após enaltecer o papel de Ester junto ao trono, discorreu com propriedade e delongas o texto da 1ª carta paulina dirigida a Timóteo, capítulo 3:1-13. O texto, que é um verdadeiro mandamento aos que aspiram galgar cargos ministeriais, foi descortinado com riqueza de detalhes pelo líder máximo da denominação.

“Não sou eu quem fala mas a Bíblia que manda, ordena e prescreve: Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento”, leu.

“O obreiro não pode ser avarento, ligado às coisas da terra e não nas do céu. Conhecemos bem quem é avarento de longe. Esse tipo de obreiros não são bem vindo na estrutura do reino”.

“Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? ); Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo”, prossegue o texto.

Se valendo da amplitude textual, o pastor presidente destacou que muitos pais estão com “a asa quebrada”, não controlando mais o que fazem os filhos e tampouco com quem eles andam. “Conselho tutelar antigamente era a mãe. A vara funcionava e tremíamos perante os pais e seus mandamentos. Eu experimentei vara, chicote, meus assuntos eram tratados dessa forma. Me fez um bem danado”, compartilhou.

Detalhando um pouco mais acerca do risco de neófitos diante de cargos importantes, comparou o treinamento a que são submetidos os pilotos. “É prova de fogo. O obreiro, neófito, precisa aprender, ganhar experiência, rodagem e depois reunirá condições de começar a dar os primeiros passos junto às coisas do reino”, disse. O presidente reiterou ainda que o obreiro “precisa crescer, passando por celebrações de santa ceias, casamentos, funerais e vigílias. Daí alcançarão a misericórdia divina para agir com competência”.

Quanto à necessidade em se ter “bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo”, o pastor enfileirou visões que combate conquanto às práticas abomináveis junto às redes virtuais. Precisamos de obreiros que sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; não roubador das ofertas da igreja, que evitem o face book, o zap zap. Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias, que sejam parceiras de seus esposos e não falem mal da obra e fiéis em tudo”.

POSSES E CONSAGRAÇÕES

A Secretaria Geral assumiu os trabalhos e de pronto convocou dois pastores que manifestaram interesse em retornar ao colegiado ministerial: Gerson Silva e Valter Oliveira e Silva. Após pedirem perdão à Mesa Convencional e plenário, foram readmitidos, liberados que estão a exercer as prerrogativas destinadas aos membros do ministério de Perus.

Inicialmente foram chamadas as diretorias e seus respectivos pastores: Franco da Rocha/SP (Orlando Soares Silva), Cajamar/SP (José Nicolau), vila Perus (Joel Barbosa), Jaraguá (Fernando Sartini), Caieiras/SP (Eliziário Silva Santos), Mauá/SP (Flávio Pena), Campo Limpo Paulista/SP (Eliseu Rodrigues), jardim Cachoeira (José Antonio de Farias Filho), Maracaí/SP (Cleomar Barbosa), Mairiporã/SP, vila dos Remédios, Morro Doce (Marcos Faverim), jardim Damasceno (Edson Arantes), Parada de Taipas (Wagner Luiz dos Santos), vila Souza (Vantuil Ribeiro de Souza) e Marília/SP (Gilberto Pinto Cardoso). O pastor Joinville Albernaz fez a oração dando posse.

Completando o rol das diretorias empossadas, foram chamados Capivari/SP (Antonio Luiz), Lapão/BA (Almir Francisco), Rio Grande do Sul (Carlos Cesar Ramos), Santo Amaro (Marcelo Nascimento), vila Santa Maria (Renato Rogério), Monte Mor (Adiel Chiquesi), Francisco Morato (Josué de Oliveira Ottávio) e Catanduva/SP (Isaías de Oliveira).

Demais diretorias foram empossadas no plenário do Conselho de Ministros, realizado na sede nacional, no segundo sábado deste mês.

Quanto às consagrações, inicialmente foram convocadas as diaconisas (135) e os diáconos (135). Destaque à irmã Natércia Maria Ribeiro, que em 1958, abriu as portas de sua residência, no bairro osasquense Rochdalle, para abrigar os primeiros cultos que precederam o atual campo regional em vila dos Remédios. A emoção tomou conta do ato.

Reconhecimentos de obreiros se processaram. Seguiram-se os consagrandos ao diaconato, presbíteros (120), evangelistas (99), missionários, pastores em prova (88) e pastores (29), totalizando 1135 novos ‘soldados’ que ingressaram ao quadro de obreiros do ministério da AD Perus.

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Célio Campos
Célio Campos
Jornalista, historiador, editor de Conteúdo do jornal O Arado e mestrando em Comunicação.
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