Café com Pastores e Gestores: recall em gestão eclesiástica e financeira

A entrega de dízimos e ofertas por conta da membrasia, aponta para a esperança que moralmente se faça boa gestão de recursos, e a reboque, contas sejam prestadas pelos pastores que hoje também precisam ser gestores.

Na perigosa relação em se administrar dinheiro alheio, mesmo a obra sendo de Deus, a administração é humana, portanto, passível de erros, a Presidência aproveitou o feriado de 7 de setembro, o “Dia da Igreja”, para efetuar uma espécie de recall, atualizando normas que regem o financeiro da igreja. Simpósio dessa natureza já tinha sido ministrado no mês de fevereiro, durante a Convenção Nacional/EBFO.

Condenando a centralização e a falta de transparência na administração financeira das igrejas, foi destacado que esses gestos, além de não serem éticos, invariavelmente geram suspeitas. “Quanto mais transparentes formos, mais legitimidade teremos em nossas ações”, salientou o pastor doutor Elias Cardoso.

Sempre trazendo ao debate adequações fiscais que são cobradas pelos órgãos governamentais que acompanham o cotidiano eclesiástico, foi ensinado que o obreiro não deve administrar os recursos a sós, socorrendo-se sempre à uma tesouraria e atuante conselho fiscal.

Foi indicado que em havendo quaisquer dúvidas no trato de assuntos de natureza contábil, esclarecimentos serão prestados pela Catedral, através dos que atuam na assessoria financeira.

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Célio Campos
Célio Campos
Jornalista, historiador, editor de Conteúdo do jornal O Arado e mestrando em Comunicação.
EBFO 2020