Semear ou olhar para o vento?

No sábado, dia 18, à noite, no Plenário Paulo (templo antigo), a missionária Márcia Lima ministrou às congressistas do Cibemp 2019 sobre a urgência que os servos do Senhor devem ter no tocante à prática da semeadura. “Deus está querendo levantar semeadores”, declarou.

A preletora chamou a atenção para as dificuldades da semeadura feita de modo correto, contínuo e responsável. Ela exortou a igreja para que não se deixe vencer pelas desculpas para a semeadura: vento, escassez de chuva, condições do solo.

Ao invés de deter-se nos obstáculos, o semeador deve buscar formas de superá-los. “Semear é trabalho árduo. Todo semeador, quando é experiente, antes de lançar a semente, prepara a terra”, pontuou a missionária.

AD Perus missionária Márcia Lima
Missionária Márcia Lima: “Semear é trabalho árduo. Todo semeador, quando é experiente, antes de lançar a semente, prepara a terra”

Durante a ministração, a irmã Márcia chamou a atenção da igreja para examinar a qualidade da semente que está sendo semeada. Ponderou, ainda, cuidado com aqueles que querem semear sementes que não sejam extraídas das Escrituras. “Só pode semear alegria quem tem alegria. Só pode semear perdão quem aprendeu a perdoar. Só pode semear santidade aquele que vive a palavra de Deus”, afirmou.

Semear na adversidade

Citando o exemplo da escrava na casa de Naamã, a missionária Márcia lembrou que aquela jovem decidiu semear, mesmo vivendo uma situação de humilhação, longe da família, arrancada de sua pátria.

As condições sociais sugeriam para que ela não semeasse a semente de esperança para a cura do patrão. Contudo, ignorando o contexto terreno, a jovem anônima optou por semear a notícia de que em Israel, mais precisamente em Samaria, havia um profeta que poderia orar por ele, de modo a ser curado da lepra.

Citando o próprio exemplo, a irmã Márcia recordou que após o falecimento de um filho, ela chegou a pensar em desistir de ministrar a palavra. Chegou a dizer ao Senhor que iria fechar a agenda e viver o seu luto.

Diante desta disposição mental, ela ouviu a voz do Espírito Santo: “Mulher, de que luto falas tu? Levanta, deixa que dos mortos cuido eu. Vai pregar para quem está vivo!”, recordou a preletora. Com autoridade, ela declarou às congressistas: “Deus vai te levantar no meio da dor, no meio da prova, no meio do vale para declarar que Ele cura, liberta, batiza e leva para o céu”.

Utilidade espiritual

A preletora foi enfática contra o pensamento corrente de manter a frequência à igreja, mas sem disposição para semear. Segundo esta prática reprovável, afirma-se: ‘O que eu quero mesmo é ser crente. Ficar lá no meu cantinho quietinho, sossegadinho.’
A chamada divina, no entanto, não acata este tipo de raciocínio. “Só serve para o reino quem quer semear”, declarou a irmã Márcia. “A Casa de Deus é lugar para quem quer gerar vida”.

Assista a íntegra da mensagem:

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Midia AD Perus
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