Umademp focada nos campos brancos para a colheita

Pastor Elias: “Igreja que não faz missões não passa de uma agência de ajuntamento de gente, desfile de moda e interesse”

Na manhã missionária, realizada no domingo, dia 21, os congressistas da Umademp viveram um momento especial de conscientização sobre a necessidade e urgência de cumprir o “ide” do Senhor Jesus em “Jerusalém, Judeia, Samaria, até os confins da terra” como foi registrado pelo evangelista Lucas no livro de Atos dos Apóstolos. 

O pastor Elias Cardoso, presidente da AD Perus, pontua que a “igreja que não faz missões não passa de uma agência de ajuntamento de gente, desfile de moda e interesse”. Para alertar a igreja sobre a obrigatoriedade da pregação do evangelho, o presidente detalhou que “a igreja, para ser igreja, tem que fazer missões, fazer culto nos lares, abrir ponto de pregação, tem que fazer missões de perto, de longe até nos confins da terra”. Ciente das dificuldades em todos os âmbitos e das limitações naturais impostas ao homem, o presidente ressalta a força motriz do cumprimento da grande comissão: “Fazemos pela misericórdia de Deus”.

Conexão celestial

O Departamento de Adolescentes da Catedral fez uma apresentação didática e comovente sobre o contexto social e espiritual na Venezuela

Um momento marcante, envolvente que trouxe grande quebrantamento para a juventude foi a entrada das bandeiras de diversas nações, com jovens em trajes típicos enquanto o Coro Umademp, profeticamente, entoava com vigor e esperança renovada: “Morte e choro, tristeza e dor, nunca mais!!!”.

O pastor Flávio Pena, coordenador nacional da Umademp, ladeado pelos jovens que representaram diversas nações convocou os congressistas a renovar o compromisso com a grande comissão. “Se depender da minha vida e da tua vida e da tua vida, o evangelho continuará sendo pregado. Deus está levantando uma juventude forte e valorosa. Uma juventude que está desconectada desta terra e conectada com o céu. Uma juventude que é portadora das boas-novas de salvação”, declarou.

Novos campos

O pastor Orlando Soares da Silva, coordenador nacional do Conampe, apresentou um breve relatório de atuação missionária transcultural da igreja em 22 países e 19 estados brasileiros. Também foi mencionado o início do mais recente trabalho missionário na Colômbia e convidou a juventude a interceder para que Deus abra as portas no Chile e Uruguai. Com isso, a igreja está presente em todos os países da América do Sul.

Com fé e visão missionária, o pastor Orlando declarou que Deus vai trazer um grande avivamento na Venezuela e, de lá, serão enviados missionários para outras nações. “Isso que está acontecendo será um sinal do grande avivamento. Venezuela será lugar de berço missionário e de lá vão sair missionários para todas as partes do mundo”, declarou.

Pastor Rodrigo, missionária Tatiana, Natan e Ana Clara voltaram para a Venezuela em janeiro de 2019

Clamor pela Venezuela

O Departamento de Adolescente da Catedral (DAC) preparou uma apresentação teatral que sintetizou a crise na Venezuela e, didaticamente, mostrou a necessidade da igreja do Senhor Jesus estar presente para transmitir mensagem de consolo, ânimo e, também, ser canal de benção e, quando necessário, como é o caso do contexto venezuelano, prover recursos materiais para quem precisa.

O pastor Rodrigo Allan e a missionária Tatiana enviaram uma mensagem em vídeo especialmente preparado para os congressistas no qual testifica:”Temos visto Deus trabalhar em nosso meio”, apesar de todas as dificuldades. Ele relatou sobre problemas vividos no país como escassez de alimento, que tem resultado em desnutrição, queda da imunidade e desencadeamento de novos problemas de saúde. “Há um vírus, agora, que está disseminando no meio dos venezuelanos. Até eu e a Ana Clara tivemos o problema e o Natan, agora, está se levantando do mesmo problema que é um vírus estomacal, acompanhando de muita diarreia, dor no estômago”, detalhou.

Ele relatou, também, que após uma onda de casos de dengue, a malária está com muitos casos sendo registrados como de uma diaconisa por nome Valentina que teve cinco dignósticos seguidos de malária com pouco tempo entre uma e outra. “A Venezuela necessita as suas orações. Do apoio que vocês têm dado. Que vocês continuem nos ajudando e orando por esse trabalho. Deus tem salvado várias almas”, testificou.

Confiantes no milagre

O pastor Flávio Pena, coordenador nacional da Umademp e diretor do Conampe entrega cofres missionários aos congressistas

Rodrigo testifica a fé dos irmãos venezuelanos: “É um povo que continua esperando no milagre”. A missionária Tatiana compartilhou que há famílias que estão fazendo uma refeição por dia, outras nem isso. Com uma inflação galopante, o poder aquisitivo do povo foi muito reduzido de modo que o salário de um mês inteiro de trabalho permite comprar apenas uma cartela com 30 ovos.

“Tem sido difícil porque, às vezes, precisamos escolher a quem ajudar quando, na verdade, todos precisam de ajuda”, relata. “Em meio a essa dificuldade, Deus tem nos abençoado, a obra tem crescido e o nome do Senhor tem sido glorificado. Quero te desafiar e dizer que a sua contribuição tem sido uma bênção para nós. Com isso podemos realizar a obra do Senhor neste lugar.”

O ano letivo será iniciado em setembro e as famílias estão preocupadas pela impossibilidade de adquirir o material escolar para as crianças. Confiantes no mover de Deus em meio a toda crise, a missionária Tatiana testifica: “A igreja tem andado em milagre. Tem prevalecido em meio às dificuldades”.

Saia do porão

O pastor Gleyson Viri, coordenador da estrutura e líder regional de missões na Regional Santo Amaro, apresentou um breve relatório de atividades desenvolvidas no Centro de Treinamento Missionário que está localizado na cidade de Lapão a 477 km de Salvador. Ele relatou que na última incursão missionária, foram “131 vidas para Cristo em dez dias”.

O pastor Gleyson aproveitou a ocasião para lançar o desafio aos interessados em participarem do treinamento no campo missionário. A próxima turma deverá atuar em janeiro em bases no Piauí e Bahia, além do Peru. Viri pontuou, ainda, sobre a necessidade de definir uma vida com propósitos que glorifiquem ao Senhor. “A nossa vida só vai ter sentido quando atendermos o chamado de Deus. Saia do porão. Tem gente te esperando”, afirmou.

Victor, Raul e Renato conduziram a multidão com louvor em dialeto Zulo, falado na África do Sul

Cultura missionária

O momento da oferta, durante a manhã missionária foi realizado em ritmo africano. O irmão Antonio Raul, natural da Angola, ensinou uma coreografia que mostrou um pouquinho da espontaneidade e vigor dos irmãos da África. O Back Vocal e Big Band da Umademp conduziu a igreja cantando em Zulo, um dialeto falado na África do Sul .

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